25 maio, 2016

Rock in Rio - The show must go on...

Foi mais uma noite inesquecível, cheia de música e de gente com vontade de se divertir marcando presença neste evento que já faz parte da história da cidade e do mundo.
Não foram só os Queen que me deixaram rendida. O espetáculo começou com uma super mulher chamada Fergie que deu tudo em palco. Esta senhora que a conhecemos dos Black Eyed Peas é uma roqueira de se tirar o chapéu. Como se não bastasse a sua força e grande voz que arrasou no palco do mundo, não deixou ninguém indiferente, elevou o Rock in Rio a um dos melhores dias de sempre. Fez ainda uma homenagem a Prince, cantando um dos seus sucessos que temos gravados e carimbados nas nossas "lembraduras" para todo o sempre.
Seguiu-se Mika que ainda não sendo a razão que me levou ao Rock in Rio, também deu tudo de si, encantou e ficou certamente também  encantado com o calor que o público lhe reservou. Foi atrevido porque acompanhado de dois músicos portugueses à guitarra, cantou um fado, que segundo ele, escreveu nos seus 16 anitos. Apesar do esforço é sempre estranho ouvir outros, que não os verdadeiros fadistas portugueses, a cantarem o fado. Eu já sabia que esta arte não era para todos, e nessa noite tive essa confirmação. Mas pronto, valeu o esforço...
Os Queen!
Queen e o recém chegado Adam Lambert foi um misto de emoções. Ou seja, a confirmação de que Freddie efetivamente morreu e levou com ele toda aquela energia, voz, poder de enfeitiçar quem o ouve, próprio de quem canta com o corpo, com a alma...enfim Freddie Mercury! É mesmo assim! Freddie há só um ponto! E não há que levar a mal que os Queen sigam em frente, até porque "the show must go on". Efetivamente conseguiram encontrar alguém para dar continuidade ao projeto Queen e Adam, sendo diferente de Freddie, soube agarrar com o seu talento todos quanto estiveram naquele dia, naquela noite a preencher o relvado do Rock in Rio. Dizem que foram 175 mil. Ganda concerto! Foi interessante ver e porque eu estava cá mais em cima, o público quase sem reação nas primeiras músicas, como que a caírem em si: não é o Freddie que está ali...quem-é-este-gajo?
Mas a coisa foi crescendo em qualidade, e o público foi-se envolvendo cada vez mais. Todos os cêntimos foram bem gastos, as pernas e as costas que se aguentam sem aguentar valeram cada esforço, cada dor de estar ali à espera que a magia se desse. Para quem conseguiu finalmente interiorizar que o Freddie já não está entre nós e que nada será como dantes, teve ali uma noite para recordar sempre. O Adam foi brilhante e teve, apar com os outros elementos da banda, Lisboa a seus pés! Foi um concerto muito forte, até porque é isso que se quer de uma boa banda: chegue, arrase e deixe todos com a sensação que valeu a pena! Tocaram todas as músicas que sabemos de cor e de olhos fechados, passaram alguns videos de Freddie e ainda fizeram um tributo a outra estrelinha - David Bowie.
A-DO-REI!






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