18 maio, 2015

Sangrias da Rute

Já me tinha deixado das sangrias caseiras, rendi-me ao vinho tinto e às jolas, de quando em quando. Mas este domingo depois da praia que me deixou a boca seca, cheguei a casa, larguei a sacola das toalhas no jardim e só parei na cozinha. Abri..ou melhor, pedi ao Nuno que fizesse as honras da casa e libertasse o vinho branco da rolha que o encerra. Lavei e parti as laranjas com casca para dento de uma tigela transparente já habituada a estes ataques de loucura. Juntei os morangos que tinham sobrado da noite anterior ainda com calda e uma banana no limite da sua validade. Acrescentei o pau de canela (não confundir com o de cabinda....), também um pouco de canela em pó e o açúcar amarelo. O toque final? juntar o gelo que já não pode faltar cá em casa, a par com o leite....
Tudo mexido e um pouco esborrachado com a ajuda da eficiente colher e pronto para levar a gasosa esquecida no frio,  mas ainda viva, com borbulhas a atestar.
Pequena pausa para dar o brilho aos copos há muito arrumados e esquecidos na prateleira. Copos cheios até cá cima, o seu liquido foi engolido vagarosamente e preciosamente bem recebido,  primeiro nos lábios e depois, depois fizeram todo o caminho....Resultado? Coma alcoólica ou coma glicémica...não sei, foi a tarde toda a dormir!!! E lembrei-me porque razão deixei a sangria e os copos largados ao pó, deixarem de ter brilho....mas a sangria estava PERFEITA.

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