05 dezembro, 2016

Bipolar, quem? Eu?

No Domingo lá fomos para Lisboa ver as luzes de Natal e matar saudades da cidade onde nasci.
Enquanto percorria a capital de carro e chegando a Alcântara, invadiu-me o sentimento do costume: Lisboa é que é, gente gira, cheia de turistas e luz, as casas, os cafés a diversidade na oferta do que fazer. Em tudo o oposto à margem sul, que chegando o inverno, oferece muito poucas actividades. Pois que andei; visitei o MAAT, o Museu da EDP (tudo grátis por ser o primeiro Domingo do mês); devorei um pastel de Belém e depois na Rua Augusta lambuzei-me com o pastel de bacalhau com queijo da serra, acompanhado por um cálice de Porto; senti primeiro o cheiro da castanha assada e depois comi uma quantas bem quentinhas; deslumbrei-me com as luzes que deram ainda mais brilho às ruas da Baixa e aterrámos no Terreiro do Paço onde esgotámos a bateria do telemóvel, nas inúmeras fotos e selfies, junto à iluminadíssima árvore de Natal. Enfim! Só possível em Lisboa.
Na volta para casa: Viver em Lisboa? Credo! Nem pensar! Tanto trânsito e poluição! Não troco a minha vidinha por nada disto! Saio de casa, 5 minutos estou à porta da escola do meu filho para o deixar. Seguem-se mais 10 minutos e estou no escritório. Trânsito? Não sei o que isso é! Quando chega o verão, estou a 10 minutos da praia. E que bem que ela faz para afastar as alergias...
Pronto! Foi assim que descobri que sou bipolar!

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